3 de agosto de 2011

A soberana arte de sonhar

O controle administrativo e o sonho do poder soberano congnitivo se espelha no ego existencialista do ser humano orgulhoso. O autor Fernando Gil, em seu livro La conviction, propõe uma instigante definição de pensamento soberano como forma de cognição e de crença marcada pela precipitação da razão na existência.

Por um ato originário de crença, o pensamento soberano se faz fundamento de si próprio e procede à moda de um operador de infinito. Tal operador, por sua vez, coloniza o existente pela rigorosa sistematização de sua fenomenologia, tendo por base uma pretensão cognitiva total e auto-suficiente.

O ideal cognitivo e existencial do pensamento soberano é a autarquia. Em La conviction, a substância do pensamento soberano é apresentada considerando três momentos fundamentais: a idéia de ciência, tal como definida nos Analíticos Posteriores, de Aristóteles, a prova da existência de Deus, tal como demonstrada no Monologion e no Proslogion, de Anselmo, e a noção de soberania construída nos Seis livros da república, de Jean Bodin.

Agora o mais dificil de todo o processo entre ser soberano e ter sonho é poder cumprir a moralidade do discurso do reverendo King; "...Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais. " - Rev. Martin Luther King. Jr., Agosto de 1963.

Muitos se vêem em meio ao clero de doutrinas Cristãs, do fundamentalismo mulçumano e de ideologias e ceitas de todos os tipos e gostos, mas viver o cotidiano da teoria religiosa não é simples como se prega, isso se a lente focal do ser humano estiver voltada para a sua natureza e pensamentos próprios, o tal egocentrismo, orgulho, no mais, a conversão de caráter se dá pela manutenção dos pensamentos.

Cuide para que sua mente não esteja sendo entorpecida com vinho e palavras vãs que causam a desconstrução da realidade entre sonho e poder.
Texto Clayton Fernandes

5 de julho de 2011

Investimento em educação e inteligência social!

Geração X
Leia na ordem inversa da linha do tempo

Consultor de responsabilidade socioambiental (2010-2011)
ACNUR, certificado oficina de jornalismo ONU (2011)

Signatário do Pacto Global das Nações Unidas (2008-2011)
Membro do grupo de estudo, do Banco Mundial, para a redução da pobreza (2007)
Grupo de Trabalho e Estudo do Programa de Energia do Estado de São Paulo (2007)
Expertise empresarial em desenvolvimento de projetos e negócios (2004-2010)
Analista de comunicação e produtor de conteúdo (2003-2011)
Colaborador reportagem Casa Publicadora Brasileira (1996-2003)
Cursos e especilizações na UNICAMP, FMU, FAAP, FIESP e
USP (2002-2011)
Graduação em Comunicação Social pela Universidade de Sorocaba (1995-1998)
Colégio Técnico ETE Paula Souza - Rubens de Faria (1989-1991)
Escola fundamental (1980-1988)
Formação de caráter (1973-1979)
Dádiva da vida (1972-1973)
By Ton

20 de junho de 2011

"Cenoura, Ovo e Café"

Como você lida com a Adversidade em sua vida?

Uma filha se queixou a sua mãe sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela.
Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido outro surgia. Sua mãe levou-a até a cozinha.
Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo as panelas começaram a ferver. Em uma ela colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra. A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginado o que ela estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ela apagou as bocas do gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e também os colocou em uma tigela. Então pegou café com uma concha e o colocou em uma xícara.
Virando-se para ela perguntou:
"Querida, o que você esta vendo?" "Cenouras, ovos e café" ela respondeu.
Ela a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Ela, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca observou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ela lhe pediu que tomasse um gole de café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
Ela perguntou humildemente: "O que isto significa mãe"?
Ela explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, mas que cada um reagira de maneira diferente. A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida a água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil. Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior tornou-se mais rijo. O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, ela havia mudado a água. "Qual deles é você?" perguntou a sua filha. Quando a adversidade bate a sua porta, como você responde?
"Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café?"
E você?
Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e adversidade você murcha e se torna frágil e perde a sua força?
Será que você é como o ovo, que começa com um coração maleável?
Você possuía um espírito maleável, mas depois de alguma morte, uma falência, um divórcio ou uma demissão, você se tornou mais difícil e duro? Sua casca parece ser a mesma, mas você está mais amargo e obstinado, com o coração e o espírito, inflexíveis? Ou será que você é como o pó de café? Ele muda a água fervente, a coisa que está trazendo a dor, para conseguir o máximo de seu sabor, a 100 graus centígrados. Quanto mais quente estiver a água, mais gostoso se torna o café.
LIÇÃO: Como você lida com a adversidade? Pense nisto: Você está mais para; a cenoura, o ovo, ou o café? By Ton.

31 de maio de 2011

Como escolher a melhor previdência privada?

Depende da sua própria situação de vida, do seu perfil pessoal. E a primeira coisa que você precisa entender é que um plano de previdência privada é um investimento de longo prazo. Você vai ficar 10, 20, 30 anos guardando seu dinheiro em uma instituição financeira.


Um bom banco para fazer sua previdência privada precisa ser transparente. Ele precisa ter um serviço on-line de boa qualidade que te deixe informado de tudo que ocorre na sua previdência privada. A empresa precisa te fornecer regulamento, extrato, rentabilidades, dados do plano sempre de forma clara.


Você deve ver se o banco é competente na hora de gerir o dinheiro. Observe as rentabilidades obtidas ao longo dos últimos anos. A instituição financeira precisa fazer o dinheiro da sua previdência privada render mais, precisa oferecer boas opções de rentabilidade e risco. É muito importante ler e comparar o regulamento de cada plano. By Ton.

28 de março de 2011

Empreendedorismo por necessidade!

As organizações vêm passando por processos de ajustes estruturais e fusões, permanecendo nos empregos, em geral, os mais qualificados.

Há muito tempo o empreendedorismo e o interesse sobre empreendedores deixou de ser moda e passou a ser essencial a uma nação e suas economias regionais.

Hoje, a personalidade empreendedora - um jeito de ser - que corresponde a 3,5 a 5% da população mundial, e a conduta empreendedora - pessoas que são orientadas para resultados com traços de iniciativa, risco e visão - representam nada menos que 81% dos negócios geradores de empregos e do PIB de um país através da PEME (Pequenas e Médias Empresas).

Cerca de 15% dos jovens no Brasil estão envolvidos com o empreendedorismo, ou seja, o equivalente a 3,82 milhões de pessoas. E do total de empreendedores brasileiros (em todas as faixas etárias) 25% são jovens.

Nas pesquisas recentes do GEM (Global Entrepreneurship Monitor), que mede a taxa de empreendedorismo em vários países, foram revistos os critérios para identificar naturezas distintas de empreendedorismo nos diferentes países, a saber, empreendedorismo por necessidade e por oportunidade.

A título de comparação, a França é o primeiro país do mundo em empreendedorismo por oportunidade e praticamente não possui empreendedores por necessidade. Isso significa que grande parte do empreendedorismo desenvolvido no Brasil resulta de uma questão de sobrevivência, uma vez que não há trabalho para todos e há necessidade de geração de renda.

Trata-se de uma situação extremamente grave e com conseqüências desastrosas, não só em termos de perspectiva de vida como no de auto-estima. Não encontrando trabalho e incapaz de gerar renda, esta população permanece em total desalento e sem motivação para novas iniciativas.

Em vista disso, transformar o empreendedorismo por necessidade de sobrevivência em oportunidades de negócios é o grande desafio que se coloca para os governos e as instituições.

By Ton

13 de fevereiro de 2011

Planeje suas férias de verão

Dicas para garantir a tranqüilidade financeira nas férias

- Cartão de crédito e cheque especial; Cuidado com os abusos com cheque especial e cartão de crédito nesse período, já que na ânsia de aproveitar ao máximo são abertas algumas concessões, o famoso "gasto agora depois dou um jeito". O uso descontrolado terá como efeito o endividamento com juros muito alto.

- Telefonemas; Resuma os contatos apenas ao necessário. Deixa para se aprofundar nas histórias da viagem quando voltar, pois será muito mais divertido conversar com os amigos ao vivo.

- Logística & despesas diárias; - Defina um valor de gastos diários, com uma estimativa de gastos fica mais fácil definir como levar o dinheiro.

- Viagens Internacionais; - Levar grande quantidade de dinheiro em espécie não é seguro. Opte por cartões de crédito ou os pré-pagos de viagens. Estes últimos, inclusive, funcionam na função débito e permitem fazer saques em moeda estrangeira, sem o impacto da variação cambial.

- Planilha de despesas; - Controle os seus gastos, anote as despesas e desconte do montante no final do dia. Assim você saberá exatamente quanto está gastando e quanto tem para os próximos dias.

- Prioridades; - Crie a consciência de prioridade – saber priorizar gastos e definir como e quando gastar pode fazer a diferença na hora de usar o dinheiro destinado ao passeio.

13 de janeiro de 2011

Desempenho industrial da nação

Durante o ano de 2010, dados registrados até novembro, o emprego no setor industrial ficou acima da média (3,4%) em oito regiões do país, como mostra o gráfico acima do IBGE. Em termos de contratação, destacam-se nesses locais diferentes setores, como de calçados, alimentos e bebidas, máquinas e equipamentos, minerais não metálicos e indústria automobilística, de acordo com o economista André Macedo, gerente da pesquisa. Mesmo tendo registrado variação menor, de 2,8%, São Paulo, como se sabe, tem um peso maior (35%), ou seja, contribui mais para o resultado do país, e sua base de comparação é mais alta.

Após a crise internacional de 2008 os setor de bens de capitais vem retomando espaço no mercado e prova disso é o aumento dos índices de empregabilidade na indústria. A Fiesp - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo informa que apesar das perdas sazonais de novembro e dezembro, setor de transformação encerrou o ano com melhor desempenho desde 2006.

A indústria paulista de transformação terminou o ano de 2010 com 114 mil vagas a mais (4,74%) em relação ao ano anterior. O número ficou dentro do esperado pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp/Ciesp. O desempenho de 2010 superou o número de empregos criados pela indústria em 2007 (4,56%), até então o melhor ano da série histórica da pesquisa, iniciada em 2006.

Em dezembro, a indústria eliminou 60.500 postos de trabalho (-2,34%) no estado de São Paulo, o que é considerado normal para o período – a variação com ajuste sazonal ficou em 0,94%. Parte das demissões (mais de 24 mil) ocorreu em função da entressafra no setor de açúcar e álcool, e o restante nos demais setores da indústria.

Os números mostram que o Brasil está no caminho do processo de desenvolvimento acelerado, que os PAC´s da gestão Dilma Rousseff faça a diferença no setor de infraestrutura, importante gargalo a ser resolvido num país de dimensões continentais como o Brasil. Fonte gráfico IBGE. By. Clayton Fernandes

13 de dezembro de 2010

Relações interpessoais no mercado de trabalho

O cenário empresarial do século XXI vem apresentando uma série de novas ferramentas de trabalho para motivar o apoio humano.
Você já deve ter ouvido falar em Metanóia? que do grego quer dizer "transformação"! Pois bem, então conhece várias pessoas que possuam o fator X em suas atividades de trabalho.
O fator X é a pessoa que busca deter o poder total, a centralização de ações e a busca contínua de status quo em meio aos responsáveis pela empresa e/ou organização.
Segundo o economista Carlos Hilsdorf, os resultados de uma empresa "dependem diretamente do comportamento dos profissionais envolvidos em sua execução e das reações daqueles que compõem o mercado". Aí começa um grande desafio porque as pessoas não agem apenas racionalmente, mas são movidas também por sentimentos e emoções.
Anos atrás a onda, entre os autores de livros organizacionais e motivacionais, focava a Inteligência Emocional, e outras teses que abordavam o homem mais humano e menos robotizado.
Para Hilsdorf entre o vasto repertório dos sentimentos e emoções, alguns capítulos do atual mercado de trabalho merecem especial atenção na gestão de pessoas e negócios - entre elas a raiva. A raiva é a causadora do maior parte dos boicotes e dificuldades na implantação das estratégias e do sucesso do trabalho em equipe. By Clayton Fernandes.


4 de novembro de 2010

Empregos verdes...

Em sintonia ao discurso da presidente eleita (2011 - 2014) Dilma Rousseff, em relação a redução da pobreza no Brasil, o professor José Eustáquio Diniz Alves, titular da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE/IBGE), afirma que para combater a pobreza é preciso ter crescimento econômico e geração de emprego. No entanto, nos últimos duzentos anos de desenvolvimento mundial os países centrais conseguiram reduzir bastante a pobreza e avançar no bem-estar da população, mas com sérios danos ambientais.
Segundo o professor o desenvolvimento econômico transferiu os custos de suas atividades para futuras gerações e o custo de limpar o Planeta será enorme. A experiência mundial, tal com conhecemos, mostra uma oposição entre desenvolvimento (geração de emprego, renda e consumo) e a preservação do meio-ambiente.
Contudo, a equação entre desenvolvimento sustentável e a redução da pobreza pode ser solucionada por meio da criação de novos e diferentes empregos, numa perspectiva de uma economia de baixo carbono e atividades verdes e limpas. Portanto, não é verdade que uma economia ecologicamente correta seja destruidora de empregos. Ao contrário, ao eliminar as atividades econômicas que agridem e destroem a natureza, abre-se a possibilidade de criar novas atividades harmonicas com a natureza e a geração de empregos compatíveis com o meio ambiente, os chamados “empregos verdes”.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) define empregos verdes como “postos de trabalho nos setores da agricultura, indústria, construção civil, instalação e manutenção, bem como em atividades científicas, técnicas, administrativas e de serviços que contribuem substancialmente para a preservação ou restauração da qualidade ambiental.
Específica, mas não exclusivamente, eles incluem empregos que ajudam a proteger e restaurar ecossistemas e a biodiversidade; reduzem o consumo de energia, materiais e água por meio de estratégias de prevenção altamente eficazes; descarbonizam a economia; e minimizam ou evitam por completo a geração de todas as formas de resíduos e poluição” (OIT, 2009).
A OIT busca articular o conceito de ‘trabalho decente” com “emprego verde” analisando os pilares social, econômico e ambiental. A transição para uma economia ambientalmente sustentável depende sobretudo da adoção de novos padrões de consumo e de produção.
A OIT (2009) sintetiza essas transformações do modelo vigente em torno de seis grandes eixos e leva em conta inclusive as particularidades da economia brasileira:

1. maximização da eficiência energética e substituição de combustíveis fósseis por fontes renováveis;
2. valorização, racionalização do uso e preservação dos recursos naturais e dos ativos ambientais;
3. aumento da durabilidade e reparabilidade dos produtos e instrumentos de produção;
4. redução da geração, recuperação e reciclagem de resíduos e materiais de todos os tipos;
5. prevenção e controle de riscos ambientais e da poluição visual, sonora, do ar, da água e do solo;
6. diminuição dos deslocamentos espaciais de pessoas e cargas.

O Brasil é um país privilegiado do ponto de vista da extensão territorial e marítima e conta com ampla disponibilidade de terras, de ventos, de radiação solar, de marés e de biomassa. Ao fazer a transição da economia poluidora e que degrada o meio ambiente para uma economia verde e ecologicamente sustentável, o país poderá não só salvar a natureza, como eliminar a pobreza e a desigualdade, possibilitando que sua população conviva com um desenvolvimento humano e sustentável.

Fontes: Empregos verdes no Brasil : quantos são, onde estão e como evoluirão nos próximos anos (OIT, 2009), Pathways Magazine – Fall 2009: Are Green Jobs a Silver Bullet? Green Jobs: Towards Decent Work in a Sustainable, Low-Carbon World. By Ton.

7 de outubro de 2010

Arquitetura verde!

No Brasil, entre os setores da economia, a construção civil está tendo um aumento significativo nos pedidos de certificação sustentável, principalmente por compradores jovens que estão adquirindo imóveis verdes na cidade de São Paulo.

Em 2007, por exemplo, na construção civil existia apenas um edifício certificado no país, a agência do banco ABN Amro situada em Cotia – SP. De meados de 2009 pra cá esse número ultrapassa a casa dos 50 pedidos de certificação verde, ou sustentável pelo Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), item esse desenvolvido pelo U.S. Green Building Council (USGBC). Além do certificado americano há também o certificado Aqua (Alta Qualidade Ambiental), que adapta normas técnicas de sustentabilidade da França à realidade da construção civil do Brasil. A certificação dá credibilidade aos novos empreendimentos.

Economia & conservação ambiental


No edifício sustentável o consumo de:

* energia é, em média, 30% menor;
* água de 30 a 50%;
* resíduos de 50 a 90%;
* emissão de dióxido de carbono, de 35%.


O desenvolvimento sustentável é o meio para conjugar o crescimento econômico com a redução das desigualdades sociais e a degradação do meio ambiente. Hoje, jovens que residem nos grandes centros urbanos estão buscando sintonia em ações que gerem resultados de práticas sustentáveis.

4 de setembro de 2010

Energia limpa, renovável e sustentável!

O Brasil, de dimensões territoriais gigantescas e com diferenças entre índices populacionais e econômicos em relação a suas regiões geográficas, tem hoje enormes desafios para apresentar e gerir políticas públicas que contemplem em toda sua amplitude o desenvolvimento da infraestrutura nacional para beneficio de seu maior capital social – O Povo Brasileiro.

Diversas são os núcleos familiares situados em áreas rurais e peri-urbanas, de todas as regiões do Brasil, que não possuem acesso aos serviços públicos de energia elétrica, apesar das obrigações constitucionais e contratuais que são inerentes ao governo e as empresas concessionárias de serviço público de energia elétrica, respectivamente.

Garantir oferta de energia para instalações localizadas em regiões isoladas também é um desafio para empreendedores e para o poder público. Foi pensando nesse contexto social que como consultor do setor de energia, paritcipei e atuei no desenvolvimento de tecnologia inovadora para geração de energia renovável a partir de pequenas centrais hidreletricas na região da amazônia legal brasileira. Com a criação do TS (trubina e gerador acoplado baseado em projeto de ultracentrífuga nuclear) é possível a obtenção de energia elétrica a partir de pequenas quedas d´agua e/ou mesmo com a velocidade das correntezas dos rios amazônicos, suprindo assim a necessidade de desenvolvimento e progresso as populações ribeirinhas com o uso de equipamentos focados em geração de energia e sustentabilidade conservacionista de cultura local.

A micro-geração distribuída tem papel fundamental no atendimento de locais inacessíveis as redes elétricas, bem como na complementaridade e diversificação da matriz elétrica dos sistemas conectados, no entanto ela enfrenta diversas barreiras:

1. Institucional – falta, ou inexistência de comandos legais que atendam as estas situações da micro-geração conectada a rede de distribuição (inclusive baixa tensão) e em sistemas isolados das redes elétricas.

2. Social – em muitos casos as famílias que não tem acesso a serviços públicos de energia, acabam por migrar para outras regiões do Pais em busca de melhor opção para sobreviver e buscar seu desenvolvimento pessoal/financeiro;

3. Ambiental/geográfico – em condições mais extremas a questão ambiental não permite que os núcleos familiares tenham acesso a serviços públicos de energia devido a restrições provocadas pelo meio ambiente em que vivem; é o caso de populações na Amazônia;

4. Desenvolvimento técnico – a falta, ou escassez de investimentos em pesquisas na academia, nos faz um País importador de tecnologias, importador de conhecimento, uma vez que o profissional local, mesmo que com alta capacitação, não consegue desenvolver sua criatividade e idéias;

5. Economia de escala – a pequena geração distribuída no Brasil, ainda encontra-se voltada para aplicações de telecomunicações em sua maioria, tornando-as com preços inacessível para seu amplo uso comercial;

6. Fiscal/ industrial – a falta de uma política publica industrial e de incentivos e renuncia fiscal, e a falta de escala não atraem os investidores nacionais e internacionais para fabricarem seus equipamentos aqui no Brasil, tornando-nos mais uma vez mero compradores de tecnologia/conhecimento, deixando de gerar empregos e patentes aqui no Brasil.

Neste contexto é interessante atenção as diversas questões legais e regulatórias das inúmeras iniciativas governamentais e não governamentais que interagem na composição deste mosaico, na busca de soluções para a geração de energia elétrica no Brasil. Como consultor de bens de capitais e comunicação me disponibilizo a apresentar projetos aos interessados ao setor e a políticos, como Banco de projetos sustentáveis vinculados a Fundos de Desenvovilmento, tecnologia TS com aplicabilidade responsável em meio a bacia amazõnica, alternativas para gerar energia limpa aos batalhões militares de fronteiras e comunidades ribeirinhas e isoladas da nação brasileira. www.royalbusinessconsult.com.br / clayton@royalbusinessconsult.com.br By Clayton Fernandes - Signatário do Pacto Global das Nações Unidas.

10 de agosto de 2010

Sustentabilidade empresarial e a visão dos CEOs

O Leaders Summit 2010 - Building a new era of sustainability, UN Global Compact ocorrido, nos dias 24 e 25 de junho último, na cidade de New York, teve como convidado e participante o CEO da Royal Business & Associados, Mr. Clayton Fernandes signatário do Pacto Global das Nações Unidas.

O avanço do futuro da integração global, a redução da pobreza, a proteção da vida no planeta e a paz mundial dependem de sua habilidade de coletividade para suportar os desafios da pressão global. A aceleração de práticas corporativas de sustentabilidade e responsabilidade social é primordial e urgente para as questões complexas de desenvolvimento econômico e de conservação ambiental, em tempos de crise no mercado financeiro e degradação da biodiversidade.

Segundo as Nações Unidas, CEOs das empresas signatárias do Pacto Global, cerca de 93%dizem que a sustentabilidade será fundamental para o sucesso e futuro de suas empresas. Eles dizem crer que, dentro de uma década, um ponto de inflexão que pode ser alcançado, em que sustentabilidade se atrele com o core business - em suas capacidades, processos e sistemas, e toda a cadeia de abastecimento global e filiais.

Estiveram presente na ONU cerca de 766 CEOs de todo o mundo - o maior encontro de executivos já realizado sobre o tema da sustentabilidade - divulgado pela United Nations Global Compact e Accenture (NYSE: ACN). Além de uma pesquisa on-line, o estudo incluiu entrevistas em profundidade com 500 dos principais CEOs do mundo, ao qual Clayton Fernandes, participou ativamente!

Segundo a pesquisa A New Era of Sustainability: UN Global Compact-Accenture CEO Study 2010, a crise econômica mundial abafou pouco o compromisso das empresas com a sustentabilidade. Na verdade, parece ter feito o contrário: 80 por cento dos CEOs dizem que a crise elevou a importância da sustentabilidade.

Enquanto as empresas recorrem aos desafios da crise financeira, a sustentabilidade está sendo reconhecida como uma fonte de ganhos de eficiência e crescimento das receitas. Além disso, muitas empresas visualizam a sustentabilidade como um elemento fundamental na condução do crescimento em novos mercados quando olham para a recuperação econômica.

Os resultados da pesquisa indicam que as empresas estão levando a sustentabilidade mais a sério. Em uma pesquisa similar realizada em 2007, 50 por cento dos CEOs entrevistados disseram que as questões de sustentabilidade tornaram-se parte da estratégia e operações da empresa. No levantamento de 2010, esse número saltou para 81 por cento.

Embora reconhecendo a dimensão e a complexidade dos desafios globais, muitos CEOs dizem que houve progressos ao longo dos últimos três anos no processo de transição do desenvolvimento de uma estratégia de sustentabilidade para sua execução.

CEOs citaram várias barreiras para alcançar seus objetivos de sustentabilidade, incluindo:
• A complexidade na implementação da estratégia em todas as áreas da empresa (citado por 49 por cento)
• Prioridades estratégicas competitivas (48 por cento)
• Falta de reconhecimento dos mercados financeiros (34 por cento)

CEOs acreditam também que algumas condições devem ser satisfeitas antes da sustentabilidade ser completamente integrada ao corebusiness, e que as empresas precisam assumir um papel de liderança ao tratar disso. A ação das empresas será necessária em cinco áreas chave:
• Configurar o gosto do consumidor, a fim de construir um forte mercado de produtos sustentáveis. • Treinar a gerência (gestão), os funcionários e a próxima geração de líderes para lidar com questões de sustentabilidade.
• Comunicar-se com investidores para criar uma melhor compreensão do impacto da sustentabilidade. • Mensurar o desempenho em sustentabilidade - e explicar o valor das empresas na sociedade.
• Trabalhar com os governos para definir uma clara regulação e criar condições de concorrência equitativas.

Sobre a questão da criação de um ambiente investidor mais amigável para a sustentabilidade dos negócios, menos de 50 por cento dos executivos entrevistados indicou que a sustentabilidade pauta suas discussões com os analistas financeiros. Ainda que os CEOs acreditem, em sua maioria, que as suas atividades de sustentabilidade têm um impacto positivo na valorização da sua empresa - em termos de crescimento de receita, redução de custos, redução dos riscos e a reputação de marca - quantificar esse valor com métricas tradicionais como redução de custos e crescimento da receita foi ilusório.

“Alcançar uma sustentabilidade social e ambiental leva tempo, esforço e um comprometimento sincero de liderança”, disse Georg Kell, diretor executivo do Pacto Global das Nações Unidas. “Dois terços dos CEOs entrevistados estão olhando para o Pacto Global como um fórum para a partilha de boas práticas e ideias emergentes em matéria de sustentabilidade, e estamos ansiosos para ajudar a orientar os seus esforços para desenvolver políticas e práticas eficazes e tangíveis.”

Alertar os investidores que a sustentabilidade é boa para a questão central e para a retomada de confiança dos stakeholders (públicos interessados) no rastro da crise financeira é outro problema fundamental que CEOs enfrentam, de acordo com a pesquisa.

Segundo as conclusões da pesquisa, três atributos corporativos foram considerados as primeiras - a marca, confiança e reputação - eram de longe as primeiras considerações dos CEOs, mencionadas para agir sobre a sustentabilidade. Eles foram identificados como 72% dos inquiridos como um dos seus maiores motivadores, seguido por: potencial de crescimento de receita e redução de custos (citado por 44%), motivação pessoal (42%), dos consumidores e necessidades dos clientes (39%) e engajamento de funcionários e de retenção (31%). Além disso:

• 83 por cento disse que a crise econômica elevou o papel da sustentabilidade e ética na construção da confiança nos negócios
• 80 por cento disse que levantou a importância da sustentabilidade como uma questão de liderança para gestão
• 77 por cento disse que os levou a ter uma visão de longo prazo dos negócios e do papel da sustentabilidade
Entre os resultados adicionais da pesquisa:
• Educação e mudança climática foram apontados pelos entrevistados como as “grandes questões” que enfrentam, com a escassez de recursos e de saúde começam a aparecer no horizonte. Educação foi identificada em 72% dos inquiridos como a questão de desenvolvimento mais importante para o sucesso de seus negócios, seguido pela mudança climática, em 66%.
• 91% dos CEOs disseram que suas empresas empregariam novas tecnologias para resolver problemas de sustentabilidade ao longo dos próximos cinco anos, como o desenvolvimento de energias renováveis e a criação de uma maior eficiência energética.
• 78% dos inquiridos acreditam que as empresas deveriam empenhar-se em colaboração com uma variedade de partes interessadas para tratar de questões de sustentabilidade. Exemplos de potenciais parcerias incluem fornecedores, ONGs e governos.

“Fica evidente, a partir dos resultados da pesquisa, que a empresa global tem seu trabalho cortado para a construção de programas de sustentabilidade, que se tornam elementos essenciais do core business de uma empresa”, disse Peter Lacy, que liderou o estudo.

“Se a sustentabilidade se torna plenamente integrada a empresas globais na próxima década, a regulação, tecnologia, investimentos e mudanças de consumo necessários serão surpreendentes, criando vencedores e perdedores significativos entre as empresas e indústrias. “Ainda assim, é ótimo ver que algum progresso está sendo feito, e que o movimento em direção a uma economia mais sustentável e no contexto dos negócios esta claramente ganhando ímpeto.”

A Royal Business & Associados está comprometida com o alinhamento dos Princípios do Pacto Global, mantendo em sua home page diretrizes e relatórios de responsabilidades, além de divulgar entre seus parceiros, consultores e empresas a sua contribuição para um mundo melhor, difundindo através de spots de aúdio, material impresso e mídia corporativa as ações do Pacto Global e importância de tratar com seriedade e profissionalismo internacional a questão do coorporativismo e da sustentabilidade atrelada a ação de responsabilidade sócio ambiental. http://www.royalbusinessconsult.com.br/
By Clayton Fernandes.