4 de março de 2012

Sustentabilidade Corporativa 01

Um dos objectivos-chave para muitas empresas se envolverem com sustentabilidade é o desejo de melhorar a sua marca. Assim, é importante desenvolver relatórios precisos e transparentes para ser compartilhado com uma gama de interessados, de potenciais investidores e acionistas a clientes e parceiros de negócios. A fim de fornecer uma medida relativa de como o negócio está se realizando, as empresas precisam de referência... . do que os pares estão efetivando entre suas atividades de negócio.

O Planeta 10 (www.planeta10.com.br) tem como expertise todo um know how de produção televisiva e consultoria especializada de responsabilidade social empresarial e está apto a inter-relacionar e divulgar as análises de referências de cada corporação atuante no mercado via o processo de produção de programa de televisão, criação de vídeos institucionais corporativos e educacionais correlacionados ao tema, adequadamente para cada iniciativa una de sustentabilidade. By Clayton / Planeta 10.

8 de fevereiro de 2012

SWOT como visão de Marketing imprescindível

Em tempos incertos para os negócios no mundo todo. Se uma reflexão estratégica sempre foi importante para as empresas, atualmente são vários os fatores que fazem com que se tenha tornado a visão de marketing imprescindível a qualquer negócio, ou produto. O aumento da exigência dos clientes e a sua pouca fidelização, assim como o clima de crises econômicas são só alguns exemplos. É assim essencial dar muita atenção à análise da empresa no seu meio envolvente. Basicamente, uma análise SWOT permite fazer isto mesmo.

SWOT - foi desenvolvido por Kenneth Andrews e Roland Christensen, dois professores da Harvard Business School, nos Estados Unidos.

O termo SWOT resulta da conjugação das iniciais das palavras anglo-saxônicas Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças).

Assim, a análise SWOT corresponde à identificação por parte de uma organização e de forma integrada dos principais aspectos que caracterizam a sua posição estratégica num determinado momento, tanto a nível interno como externo (forma como a organização se relaciona com o seu meio envolvente).

Essa matriz também é conhecida como Análise FOFA, significando as Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças.

A análise SWOT deve ser feita e interpretada de forma integrada, conjugando os elementos da análise interna e externa, por forma a que o diagnóstico de que dela resulta seja viável e constitua uma fonte de informação e suporte adequada às necessidades da gestão estratégica, que se ocupa das decisões que vão no fundo delinear o futuro a médio e longo prazo da organização e seus produtos. By Ton.

9 de janeiro de 2012

Key Account Management

O profissional de Marketing responsável pela gestão das contas especiais de uma empresa deve gerir os seguintes recursos básicos para a configuração efetiva da função de um Key Account Management:

- Organização: Ser responsável por desenhar, obter a aprovação e implantar a estrutura organizacional apropriada. Esta estrutura deveria considerar tanto a mudança do ambiente de mercado quanto a necessidade de mudança da organização interna da empresa para o necessário comprometimento com as contas especiais.

- Recursos Humanos: Desenvolver e implantar processos para selecionar, treinar, gerenciar, reter e remunerar os Gerentes de Contas Especiais. Deve ainda garantir que tenham os recursos necessários á disposição quando estiverem no campo atendendo os clientes.

- Sistemas e Processos: Disponibilizar, por meio de desenvolvimento ou compra, e gerenciar os sistemas e processos necessários para que os gerentes possam executar suas atividades de forma apropriada. Em particular deveria gerenciar a base de dados das contas especiais, assegurando-se de uma apropriada coordenação entre os diversos sistemas e gerentes das contas especiais.

- Planejamento: Desenvolver o processo e o formato do plano de contas especiais, estabelecer os períodos e prazos de elaboração e acompanhamento dos planos, gerar interação entre os diversos planos e entre a informação dos diversos clientes, aprovar os planos e certificar-se de sua execução. Deve garantir ainda a coerência entre os Planos das Contas Especiais e os planos de marketing da empresa e planos estratégicos gerais da organização.

Conclui-se portanto que o Key Account Management é um processo de gestão e desenvolvimento de negócios nos principais clientes, que implica no desenvolvimento de um relacionamento de longo prazo fundamentado num sólido database dos clientes que deve ser mantido ativo o tempo inteiro e num planejamento das atividades e das metas e objetivos a alcançar com esses clientes. O relacionamento com o cliente se consolida por meio de ações intencionais, planejadas e com objetivos claros e não apenas como decorrência de visitas e interações contínuas.

Nesta perspectiva a função se afasta da simples atividade de vendas e se adequa melhor à visão de gestão de negócios no cliente.
Fonte: 100 DÚVIDAS DE MARKETING.

9 de dezembro de 2011

Educação para a Sustentabilidade

A escola pública, por princípio, caracteriza-se como um espaço privilegiado para o desenvolvimento das ações de sustentabilidade, para a prática da convivência com respeito à diversidade, e como ponto de convergência dos diferentes grupos sociais que compõem as comunidades locais.


Dessa forma, reveste-se de fundamental importância prover meios necessários (videoaulas de Educação para a Sustentabilidade) para que cada escola da rede pública e privada, norteada por sua Proposta Pedagógica, promova uma educação centrada na formação de uma cidadania responsável e sustentável.


Para instrumentalizar os educadores e manter a atualização dos acervos e subsídios indispensáveis para práticas de atividades sustentáveis de Oficinas Pedagógicas é recomendável a utilização de videoaulas, no formato DVDs, do Planeta 10 Kids - www.planeta10.com - nas respectivas unidades escolares do Brasil, como apoio de material pedagógico em plataforma de novas tecnologias (televisão e Internet). Haja vista que o material didático aqui relatado é de imensurável importância para a educação das crianças, pois aborda diversos aspectos de linguagem didática pedagógica e propõe atividades práticas de campo, auxiliando as escolas públicas federais, estaduais, municipais e privadas na prática da aprendizagem.


As videoaulas apresentadas pelo Planeta 10 Kids - www.planeta10.com.br - , além de sua utilização em sala de aula, poderá também, na sua construção, serem utilizadas como ferramenta de atividades extracurriculares. By Clayton Fernandes

17 de outubro de 2011

A onda verde

O termo "sustentável" provém do latim sustentare (sustentar; defender; favorecer, apoiar; conservar, cuidar). Segundo o Relatório de Brundtland (1987), o uso sustentável dos recursos naturais deve "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a possibilidade das gerações futuras de suprir as suas".

A UNESCO afirma que o desenvolvimento sustentável é o objetivo mais decisivo da relação homem-natureza e que todo o processo educativo deveria ser redirecionado para o desenvolvimento sustentável o mínimo que precisamos fazer é perguntar e discutir o que significam o desenvolvimento sustentável e educar para o desenvolvimento sustentável.

O conceito de desenvolvimento sustentável - entendido como o desenvolvimento que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das futuras gerações de atenderem às suas próprias necessidades - foi concebido de modo a conciliar as reivindicações dos defensores do desenvolvimento econômico como as preocupações de setores interessados na conservação dos ecossistemas e da biodiversidade.

A ECO-92 - oficialmente, Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento -, realizada em 1992, no Rio de Janeiro, consolidou o conceito de desenvolvimento sustentável.

Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que seja: ecologicamente correto; economicamente viável; socialmente justo; culturalmente diverso.

A sustentabilidade deve ser pensada como eixo norteador das condutas individuais e organizacionais e estar respaldada por uma ética planetária que privilegia o interesse coletivo.

O debate do tema se torna especialmente relevante quando consideramos que o discurso da sustentabilidade se expandiu aos quatro ventos e conquistou, apesar de toda sua ambigüidade, uma condição de unanimidade – quem é contra a sustentabilidade? Vem aí a RIO+20 Conferência das Nações Unidas, ao qual estarei cobrindo em prol de pessoas e empresas melhores no mundo! By Ton.

14 de setembro de 2011

RIO+20 Um outro mundo é possível

Rio+20 deve ser uma conferência apartidária, porém política e econômica, propositora de ideias e projetos, socioambiental sustentáveis, e não apenas um espaço de discurso frio, e sem noção da realidade presente e futura, dos estadistas do mundo.

Em 1992, a cidade do Rio de Janeiro reuniu líderes mundiais em busca de uma nova agenda de desenvolvimento e que resultou na Agenda 21, convenções (do Clima e da Biodiversidade) e declarações de princípios das Nações Unidas.

De lá pra cá as coisas mudaram? Por exemplo, as formas de produzir e consumir!

Mas será que essas formas estão sendo efetivas e em prol de uma nova ordem mundial verde?

“Uma avaliação honesta sugere que, embora avanços tenham sido feitos e as inovações tenham ocorrido, temos fracassado com frequência em consolidar novas estruturas de macro-política que representem verdadeiramente uma mudança nos negócios”, afirma Leisa Perch, especialista em políticas públicas e coordenadora da área de Desenvolvimento Rural e Sustentável do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), por meio de artigo recente, intitulado “O que se quer com a economia verde?”.

O Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (Pnuma), relata que os danos ambientais foram estimados em US$ 6,6 trilhões somente em 2008, enquanto a Agência Internacional de Energia indica que as emissões de gás carbônico em 2010 foram as maiores já registradas.

De acordo com a jornalista Amália Safatle o que muitos chamam de sustentabilidade não passa de uma maneira de sustentar o business as usual (o mesmo jeito de fazer negócios de sempre), mas com uma boa camada de tinta verde por fora, de forma a aumentar sua aceitação.

"Apropriar-se do que vem provocar mudanças, reempacotá-lo conforme a conveniência e usá-lo não para mudar, para fortalecer o status quo, é a maneira de o sistema dominante perpetuar-se no comando da situação. Ou seja, de sustentar seu status quo", diz Safatle.

“No próximo ano, a Conferência Rio +20 não pode ser business as usual”, comenta Leisa. (O encontro terá dois eixos temáticos: a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e o arcabouço institucional para o desenvolvimento sustentável.)

Assim como Leisa, tem muita gente preocupada com o risco de a chamada economia verde não se prestar aos objetivos para os quais foi pensada: não só mais limpa e de baixo carbono, mas inclusiva socialmente e emancipadora das classes desfavorecidas.

Safatle diz que para se ter ideia de que como mudanças efetivas dependem sobretudo de mudanças de valores, basta pegar um exemplo: o do efeito ricochete. Em poucas palavras, é o fenômeno pelo qual o dinheiro poupado com o uso de uma tecnologia mais eficiente acaba sendo usado em outra oportunidade de consumo – fazendo com que as emissões de carbono não caiam, como de fato não caíram.

Assim, uma família que economizou dinheiro trocando lâmpadas incandescentes pelas econômicas usa essa poupança para comprar produtos que não podia comprar antes, mantendo o nível de emissões de carbono. Exemplos como este aplicam-se a tudo.

Como o capitalismo fará para ser verde – uma vez que sua força motriz é o crescimento contínuo em um mundo de recursos finitos – é uma grande incógnita. Ou se reforma profundamente essa lógica, ou essa lógica quebrará todos nós. Eis um debate para se por em prática no processo de formulação da Conferência da Rio+20. By. Ton.